quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mostrando quem você é:

Que tipo de presentes você anda querendo entregar e esta recebendo?



Em uma pequena vila Chinesa vivia um grande mestre de Kung Fu já idoso com mais de 80 anos, que agora se dedicava a ensinar sua arte aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. 
 Conhecendo a reputação do Mestre, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.  Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.  No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se, não sem antes chamar o mestre de covarde. 
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pode suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós? 
         E o mestre usando de toda sua sabedoria de vida pergunta aos discípulos:
         Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
         A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos. 
         O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos  disse o mestre quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
         A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você assim o permitir...
         Para facilitar, utilize a técnica do silencio, não argumente, não retroalimente o que não lhe interessa e como o jovem agressivo, o agressor chega um ponto que a ficha cai e se volta ao normal...
          Pratique Paciência e Bondade para com os que assim se comportarem com você e se você é o agressor, vai encontrar muito em breve alguém que vai agir assim com você e restará a você pensar, meditar, sobre:
          Que tipo de presente você esta querendo entregar?  
          Qual a sua real intenção quando insiste em entregar determinados presentes (que vão gerar sofrimento) a outro ser?
           Agora você tem consciência que esta tentando arrastar ele(a) para o seu nível energético.
           Viva e deixe viver, construa relações felizes e harmônicas.
           


                              Feliz ano novo a todos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

NECESSIDADES REPRIMIDAS, RENUNCIANDO ÀS NECESSIDADES CEGAS.

NECESSIDADES REPRIMIDAS, RENUNCIANDO ÀS NECESSIDADES CEGAS.


Entender a importância das necessidades e tomar consciência delas é mais do que um simples esclarecimento e insight.
Existe uma relação entre às necessidades reprimidas e a consciência delas, você vai descobrir todas as deformações e conflitos não resolvidos da sua alma e por tanto da sua vida. Assim, esta fase do nosso bate papo para a evolução nos leva para um pouco mais longe e mais fundo do que as imagens com suas conclusões erradas.
Existem, basicamente, duas espécies de necessidades: as necessidades instintivas e aquelas da auto-imagem idealizada. As necessidades instintivas derivam dos dois instintos fundamentais de auto-preservação e reprodução. Essas necessidades podem ser muito saudáveis e normais. No entanto, se forem reprimidas, elas se transformam em poderosas forças de destruição. Não são necessariamente apenas as necessidades falsas e imaginárias que são destrutivas. Uma necessidade que, em si mesma é saudável e normal, pode ser destrutiva quando a consciência dela é reprimida ou inexistente.  Entre as necessidades do eu idealizado figuram, por exemplo, a necessidade de glória, a necessidade de triunfo, a necessidade de satisfazer a vaidade ou o orgulho. Para entender esse processo específico, você precisa recapitular como a auto-imagem idealizada começou a existir.
A nossa ignorância a ignorância dos educadores e pais geraram uma visão distorcida que leva-nos a reprimir e a controlar o que devia ser estimulado de maneira construtiva. Essa ignorância generalizada deixa de reconhecer o que é intrinsecamente humano e até necessário.
Uma vez que você se liberta da resistência e da repressão, há um grande alívio em reconhecer que, muitas das vezes em que você sentiu a maior culpa, as situações eram não apenas normais e saudáveis, mas de fato muito criativas. Por causa desse equívoco, você, propositadamente, deixou essas necessidades à míngua. Assim, elas não desapareceram, mas, por um processo de deslocamento, reaparecem de maneira destrutiva (doenças, viciose comportamentos ditatoriais), de modo que você, inconscientemente, procura contentar a reivindicação insistente delas de uma maneira que não pode fazer justiça às reais exigências delas. A força motriz que procura aplacar a fome é mal direcionada. A direção correta e os esforços adequados no sentido de satisfazer as necessidades reais e legítimas só podem acontecer se houver plena consciência, para que a inteligência se combine com as forças instintivas.
O nosso equívoco a esse respeito gera repressão e posteriormente um mecanismo de defesa, que é muito, muito destrutivo. Alguns dos meus amigos já tiveram ocasião de começar a ter um vislumbre desse quadro. Talvez você pergunte: “o que o mecanismo de defesa tem a ver com isso?” Bem, a resposta é que as necessidades reprimidas fazem você agir contrariamente aos seus interesses, a fim de satisfazerem essas necessidades. Portanto, os seus atos geram experiências que fazem essas necessidades ficarem mais ainda à míngua. Como isso dói você produz uma defesa contra esse sofrimento, que é ainda mais contrário à satisfação que tanto querem.
O fato de certas necessidades serem falsas não deve ser aceito simplesmente porque eu disse para você fazer isso. A melhor forma de distinguir, a real da falsa é considerar a satisfação que a necessidade traz a você e aos outros. A satisfação de uma necessidade falsa traz uma gratificação superficial, temporária, curta, muitas vezes à custa de outra pessoa ou à custa de uma necessidade mais premente de você mesmo (o melhor exemplo esta no uso das compras, compras e mais compras). A satisfação de uma necessidade real, por outro lado, gera algo muito construtivo para todos os envolvidos. A sua gratificação também será construtiva para outros, e não vai prejudicar outros fatores importantes da sua própria personalidade. É o resultado do crescimento e gera mais crescimento, além da felicidade e da satisfação.
Assim podemos afirmar que “Somos aquilo que pensamos e o pensar para ser evolutivo e construtivo tem que passar pelo crivo destes 3 elementos que são: 1) A arte da pergunta; 2) A arte da duvida e 3) A arte da critica, do seu pensamento é lógico.
Seja você mesmo, sem mascaras, sem fugas, sem comportamentos balizados por agentes químicos, ou mesmo de idéias pré concebidas ou preconceituosas de ser, me de a mão e vamos juntos vencer todas as batalhas de peito aberto e sempre limpo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Separando o Joio do Trigo

O que esta dentro é igual ao que esta fora!!!

O tempo não é mais o de antes, outrora seguramente no Inverno fazia frio, no Verão calor e tínhamos chuvas. Os avanços do conhecimento tornaram tudo tão incerto que não mais podemos afirmar isto é assim. Porem para nos livrarmos desta incerteza é chegado o TEMPO de resgatarmos a história intra psíquica arquivada na memória de cada um, questionando os paradigmas socioculturais; a trabalhar com maturidade  as dores, perdas e frustrações psicossociais; aprender a desenvolver consciência critica, a conhecer os processos básicos que constroem pensamentos e que constituem a consciência existencial.
Quando nossa humanidade for capaz de se empenhar no amor incondicional e na ética com a mesma força com que satisfaz o apetite sexual teremos conquistado a certeza de que o futuro será provedor de bem estar a todos. Para tal teremos que abandonar a auto-indulgência, a preguiça e o constante exercício de troca de fluídos sexuais, deixando de fazer disso seu principal objetivo e, junto á sede de poder, consiga ver mais além. Enfim abandonar esta civilização que valoriza acima de tudo títulos acadêmicos desenvolvidos sobre uma plataforma exploratória exteriorizante. Gerando a mais angustiante de todas as solidões psicossociais, expressa pelo abandono de si mesmo na trajetória existencial.
É mais fácil e confortável explorar os estímulos extra-psíquicos, que sensibilizam nosso sistema sensorial, que aprender a se interiorizar e explorar os sofisticados processos de construção dos pensamentos, o nascedouro e desenvolvimentos das idéias, a organização da consciência existencial e o histórico existencial, tornando-se um pensador humanista.
O homem que não se interioriza e vive em função dos prazeres relativos é ALGOZ de si mesmo, sofre de uma solidão intransponível e incurável, ainda que viva em multidões.
Jesus falou: “Conheça-te e a VERDADE vos libertaras”.