A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.
www.jardimdoyoga.com.br
AO ler esta lição de vida ficou impossível não postar, sugirem curtiremoutras joias como esta no site acima.
Coach do Futuro
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Que tipo de presentes você anda querendo entregar e esta recebendo?
Em uma pequena vila Chinesa vivia um grande mestre de Kung Fu já idoso com mais de 80 anos, que agora se dedicava a ensinar sua arte aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Conhecendo a reputação do Mestre, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se, não sem antes chamar o mestre de covarde.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pode suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
E o mestre usando de toda sua sabedoria de vida pergunta aos discípulos:
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos disse o mestre quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos disse o mestre quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você assim o permitir...
Para facilitar, utilize a técnica do silencio, não argumente, não retroalimente o que não lhe interessa e como o jovem agressivo, o agressor chega um ponto que a ficha cai e se volta ao normal...
Pratique Paciência e Bondade para com os que assim se comportarem com você e se você é o agressor, vai encontrar muito em breve alguém que vai agir assim com você e restará a você pensar, meditar, sobre:
Que tipo de presente você esta querendo entregar?
Qual a sua real intenção quando insiste em entregar determinados presentes (que vão gerar sofrimento) a outro ser?
Agora você tem consciência que esta tentando arrastar ele(a) para o seu nível energético.
Viva e deixe viver, construa relações felizes e harmônicas.
Viva e deixe viver, construa relações felizes e harmônicas.
Feliz ano novo a todos.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
NECESSIDADES REPRIMIDAS, RENUNCIANDO ÀS NECESSIDADES CEGAS.
NECESSIDADES REPRIMIDAS, RENUNCIANDO ÀS NECESSIDADES CEGAS.
Entender a importância das necessidades e tomar consciência delas é mais do que um simples esclarecimento e insight.
Existe uma relação entre às necessidades reprimidas e a consciência delas, você vai descobrir todas as deformações e conflitos não resolvidos da sua alma e por tanto da sua vida. Assim, esta fase do nosso bate papo para a evolução nos leva para um pouco mais longe e mais fundo do que as imagens com suas conclusões erradas.
Existem, basicamente, duas espécies de necessidades: as necessidades instintivas e aquelas da auto-imagem idealizada. As necessidades instintivas derivam dos dois instintos fundamentais de auto-preservação e reprodução. Essas necessidades podem ser muito saudáveis e normais. No entanto, se forem reprimidas, elas se transformam em poderosas forças de destruição. Não são necessariamente apenas as necessidades falsas e imaginárias que são destrutivas. Uma necessidade que, em si mesma é saudável e normal, pode ser destrutiva quando a consciência dela é reprimida ou inexistente. Entre as necessidades do eu idealizado figuram, por exemplo, a necessidade de glória, a necessidade de triunfo, a necessidade de satisfazer a vaidade ou o orgulho. Para entender esse processo específico, você precisa recapitular como a auto-imagem idealizada começou a existir.
A nossa ignorância a ignorância dos educadores e pais geraram uma visão distorcida que leva-nos a reprimir e a controlar o que devia ser estimulado de maneira construtiva. Essa ignorância generalizada deixa de reconhecer o que é intrinsecamente humano e até necessário.
Uma vez que você se liberta da resistência e da repressão, há um grande alívio em reconhecer que, muitas das vezes em que você sentiu a maior culpa, as situações eram não apenas normais e saudáveis, mas de fato muito criativas. Por causa desse equívoco, você, propositadamente, deixou essas necessidades à míngua. Assim, elas não desapareceram, mas, por um processo de deslocamento, reaparecem de maneira destrutiva (doenças, viciose comportamentos ditatoriais), de modo que você, inconscientemente, procura contentar a reivindicação insistente delas de uma maneira que não pode fazer justiça às reais exigências delas. A força motriz que procura aplacar a fome é mal direcionada. A direção correta e os esforços adequados no sentido de satisfazer as necessidades reais e legítimas só podem acontecer se houver plena consciência, para que a inteligência se combine com as forças instintivas.
O nosso equívoco a esse respeito gera repressão e posteriormente um mecanismo de defesa, que é muito, muito destrutivo. Alguns dos meus amigos já tiveram ocasião de começar a ter um vislumbre desse quadro. Talvez você pergunte: “o que o mecanismo de defesa tem a ver com isso?” Bem, a resposta é que as necessidades reprimidas fazem você agir contrariamente aos seus interesses, a fim de satisfazerem essas necessidades. Portanto, os seus atos geram experiências que fazem essas necessidades ficarem mais ainda à míngua. Como isso dói você produz uma defesa contra esse sofrimento, que é ainda mais contrário à satisfação que tanto querem.
O fato de certas necessidades serem falsas não deve ser aceito simplesmente porque eu disse para você fazer isso. A melhor forma de distinguir, a real da falsa é considerar a satisfação que a necessidade traz a você e aos outros. A satisfação de uma necessidade falsa traz uma gratificação superficial, temporária, curta, muitas vezes à custa de outra pessoa ou à custa de uma necessidade mais premente de você mesmo (o melhor exemplo esta no uso das compras, compras e mais compras). A satisfação de uma necessidade real, por outro lado, gera algo muito construtivo para todos os envolvidos. A sua gratificação também será construtiva para outros, e não vai prejudicar outros fatores importantes da sua própria personalidade. É o resultado do crescimento e gera mais crescimento, além da felicidade e da satisfação.
Assim podemos afirmar que “Somos aquilo que pensamos e o pensar para ser evolutivo e construtivo tem que passar pelo crivo destes 3 elementos que são: 1) A arte da pergunta; 2) A arte da duvida e 3) A arte da critica, do seu pensamento é lógico.
Seja você mesmo, sem mascaras, sem fugas, sem comportamentos balizados por agentes químicos, ou mesmo de idéias pré concebidas ou preconceituosas de ser, me de a mão e vamos juntos vencer todas as batalhas de peito aberto e sempre limpo.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Separando o Joio do Trigo
O que esta dentro é igual ao que esta fora!!!
O tempo não é mais o de antes, outrora seguramente no Inverno fazia frio, no Verão calor e tínhamos chuvas. Os avanços do conhecimento tornaram tudo tão incerto que não mais podemos afirmar isto é assim. Porem para nos livrarmos desta incerteza é chegado o TEMPO de resgatarmos a história intra psíquica arquivada na memória de cada um, questionando os paradigmas socioculturais; a trabalhar com maturidade as dores, perdas e frustrações psicossociais; aprender a desenvolver consciência critica, a conhecer os processos básicos que constroem pensamentos e que constituem a consciência existencial.
Quando nossa humanidade for capaz de se empenhar no amor incondicional e na ética com a mesma força com que satisfaz o apetite sexual teremos conquistado a certeza de que o futuro será provedor de bem estar a todos. Para tal teremos que abandonar a auto-indulgência, a preguiça e o constante exercício de troca de fluídos sexuais, deixando de fazer disso seu principal objetivo e, junto á sede de poder, consiga ver mais além. Enfim abandonar esta civilização que valoriza acima de tudo títulos acadêmicos desenvolvidos sobre uma plataforma exploratória exteriorizante. Gerando a mais angustiante de todas as solidões psicossociais, expressa pelo abandono de si mesmo na trajetória existencial.
É mais fácil e confortável explorar os estímulos extra-psíquicos, que sensibilizam nosso sistema sensorial, que aprender a se interiorizar e explorar os sofisticados processos de construção dos pensamentos, o nascedouro e desenvolvimentos das idéias, a organização da consciência existencial e o histórico existencial, tornando-se um pensador humanista.
O homem que não se interioriza e vive em função dos prazeres relativos é ALGOZ de si mesmo, sofre de uma solidão intransponível e incurável, ainda que viva em multidões.
Jesus falou: “Conheça-te e a VERDADE vos libertaras”.
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